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Oficina Internacional De Interpretação Com William Nadylam (SP)

FLYER - OFICINA WILLIANQueremos convidá-los para o Workshop Internacional com Willian Nadylam, ator da Companhia do Diretor Peter Brook, que fez Hamlet e O Terno, que esteve recentemente em São Paulo, pelo SESC, nos dias 11 e 12 de julho, das 10 as 17hs, no Teatro Commune, Rua da Consolação, 1218, ao lado do TRT e Mackenzie (estac. ao lado).

com certificado e tradução simultânea do inglês.

DESCONTO PARA PAGAMENTO ATÉ O DIA 08 DE JULHO E A VISTA

Duração:14 horas

Publico Alvo: Atores, artistas do corpo e estudantes e interessados em geral.
Número de Vagas: 20 alunos

Inscreva-se pelos e-mails:

cursos@commune.com.br e marin@commune.com.br enviando mini currículo de ator ou atriz e foto (leve).

Informações: (11) 3774-8611 – 3476-0792

O curso visa desenvolver exercícios e a intepretação de cenas de peças de teatro contemporâneo e clássico, ampliando o contato com a linguagem e o método utilizado na Companhia de Peter Brook.

Segundo Willian, na nossa oficina, vamos tentar redescobrir a gama de ferramentas simples que podem nos ajudar a chegar mais perto desta realidade, observando como a atenção para os pequenos detalhes, em vez de ideias gerais, terá impacto sobre a qualidade da atuação. Vamos experimentar como aumentar o estado de alerta e a curiosidade em vez de invenção aleatória e como isso pode nos ajudar a atravessar o caminho da atuação.

Para um ator treinado com uma boa técnica, que escolhas exatamente são pertinentes para levar o desempenho a um nível mais interessante? Quais são as etapas necessárias para organizar e lidar com noções de tempo, ritmo, espaço físico ao nosso redor, a fim de permitir que a vida flua livremente na cena? O pesadelo do ator é a “Síndrome da Areia Movediça”. Ele ouve sua própria voz, julga a si mesmo, pergunta o que fazer, para onde ir, em que atuar, perde o equilíbrio e sente o pânico tomando conta dele. Como podemos permitir que a realidade volte a pulsar ao longo da jornada de uma forma natural e sem esforço? Como evitar as armadilhas de rigidez ou a miragem do virtuosismo de um desempenho após o outro? A observação alimenta a imaginação, que assume o comando da nossa experiência e dos nossos sentidos-memória. É sobre o que você está disposto a ver.

Abordaremos as noções de visível e invisível. Não só a arquitetura secreta que nós construímos no ensaio e escondemos na performance, mas também o elemento invisível inevitável que é convocado sempre que as pessoas se reúnem em qualquer ritual, religioso ou pagão. O que nós vemos quando você atua e o que você vê quando você atua são duas coisas muito diferentes. E nós concordamos que esses são elementos tangíveis que estão relacionados. No entanto, em última análise, algo mais pode ainda ser testemunhado. Usando e criando exercícios específicos, vamos aprender como preparar a mente e o corpo para a jornada. Entender como fazer as pazes com as noções de Agora e de Presença. Usando cenas de peças de teatro contemporâneo e clássico, vamos determinar o que deve estar presente quando as palavras saem da sua boca”.

William Nadylam é autor, diretor e ator internacionalmente reconhecido. Nascido na França, atuou em produções em diversos países. Foi o primeiro ator negro a interpretar Don Rodrigo na peça “Le Cid”, de Corneille, sob a direção de Declan Donellan, apresentada no Festival de Avignon em 1998, onde William Nadylam já havia interpretado Vastey, em “La Tragédie du roi Christophe”, de Aimé Césaire, e, ainda, o personagem Nour na peça com duração de 24 horas “La Servante”, de Olivier Py.

Em 2001, o diretor britânico Peter Brook o convidou para interpretar o personagem Hamlet, inaugurando uma importante e profícua relação entre eles. Primeiramente como ator e, posteriormente também como diretor assistente, vem participando de diversas produções do diretor. A mais recente foi o personagem Philemon da peça “O Terno”, de Can Themba. Atualmente está trabalhando na próxima produção do diretor, “Battlefields”, que estreará em Paris no final deste ano.

No cinema, atuou recentemente em SK1 ou “the Hunt of Guy Georges”, de Fred Tellier, com Nathalie Baye; “Good Funk”, de Adam Kritzer, e em “White Material”, de Claire Denis, com Isabelle Huppert.

Em óperas, colaborou com Fanny Ardant em diversas produções do Honneger’s Oratorio Jeanne Of Arc em diversos teatros de ópera por toda a Europa e também atuou ao lado da Orquestra Filarmônica de Paris. Também atua como diretor e recentemente dirigiu uma elogiadíssima produção da peça “Stuff Happens”, de David Hare. William Nadylam está em preparação para um filme que será gravado em setembro em Paris.

Esperamos vocês, um abraço,

Augusto Marin

Diretor do Teatro Commune

+55 +11 9 7665 2205

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